Objetivos

Crianças
Professores
Coordenadores
Diretores

• Elaborar estratégias pessoais para resolver problemas e adquirir recursos para explicar seus procedimentos e resultados, considerando as formas de comunicação como objeto de reflexão.

 

Analisar os problemas propostos e selecionar os dados que permitam resolvê-los, identificando o procedimento mais adequado à situação proposta e aos números envolvidos - como cálculo exato, aproximado, mental, escrito e com calculadora, entre outros.

 

• Reconhecer o que sabe, o que busca saber e com quais recursos pode contar para resolver o que está sendo proposto.

 

Analisar erros e acertos, seus e os dos colegas, responsabilizando-se por suas produções e envolvendo-se na revisão do que fez.

 

• Interagir com seus colegas de forma cooperativa, valorizando o intercâmbio de idéias como forma de fazer Matemática.

 

Comparar diferentes procedimentos utilizados, identificando aspectos consensuais ou não, respeitando o modo de pensar dos colegas e aprendendo com eles.

 

• Adquirir e utilizar progressivamente de memória um repertório de cálculos aditivos e multiplicativos que lhe permita operar com maior segurança e eficácia.

 

Interpretar, produzir e operar com números em diferentes situações, iniciando a compreensão da organização posicional decimal do sistema de numeração.

 

• Resolver problemas que envolvam diferentes sentidos das operações.

 

Reconhecer que um mesmo problema pode ser resolvido por diferentes operações e que uma mesma operação serve para resolver diferentes problemas.

• Propor problemas abertos (que dêem margem a diferentes respostas), possibilitando que as crianças utilizem estratégias próprias e adquiram confiança na sua maneira de produzir Matemática.

 

Propor tipos de problemas que enriqueçam as experiências dos alunos sobre o sentido de fazer Matemática.

 

• Propor, selecionar e planejar atividades considerando os conhecimentos matemáticos de que seus alunos dispõem como apoio para as novas aquisições.

 

Proporcionar aos alunos atividades que os façam resgatar conteúdos trabalhados e perceber quais conhecimentos ajudam a resolver novos problemas propostos.

 

• Criar situações onde as crianças consultem a si mesmas, aos colegas e às fontes de informação disponíveis antes de pedir ajuda à professora.

 

Ensinar os alunos a se organizar para estudar e promover oportunidades de voltar a trabalhar aspectos em que tenham alguma dificuldade.

 

• Propor atividades em que os alunos se sintam responsáveis pelo controle e verificação dos resultados obtidos, dispondo-se a reelaborar seus procedimentos quando necessário.

 

Propiciar momentos em que os alunos troquem informações, argumentem e reflitam sobre produções e afirmações suas e dos colegas.

 

• Favorecer, entre as crianças, momentos de interação para comparar e discutir sobre as diferentes estratégias, analisar acertos e erros, considerando esse momento como parte do processo de resolução de problemas.

 

Oferecer oportunidades para que os alunos possam coordenar diferentes pontos de vista.

 

• Garantir que todas as crianças tenham espaço, em algum momento, para expor o que pensam e fazem.

 

Propor, com freqüência, situações didáticas que envolvam cálculo mental, colaborando para que as crianças memorizem progressivamente um conjunto de resultados numéricos.

 

• Propor atividades que envolvam o sistema de numeração em toda a sua complexidade e o uso dos números em diferentes contextos.

 

Propor problemas que envolvam os diferentes sentidos das operações, considerando as variáveis que interferem na complexidade dos problemas do campo aditivo e multiplicativo.

• Ao planejar as reuniões com os professores, antecipar e aprofundar os temas que serão discutidos, para então planejar e selecionar atividades em parceria com os professores e se tornar mais experiente na análise da produção das crianças.

 

Orientar e apoiar o planejamento do professor e o seu desenvolvimento em sala de aula.

 

• Orientar e ajudar o professor a replanejar as seqüências de atividades que desenvolvem em sala a partir do que as crianças produziram.

 

Identificar em que momentos os professores têm dúvidas para intervir e ajudá-los nesse encaminhamento.

 

• Criar condições para que os professores aprendam a estudar e tenham autonomia para isso.

 

Assumir a responsabilidade de continuar com as ações da formação na escola, o que inclui garantir, manter e fazer evoluir o trabalho com os conteúdos já abordados durante o projeto.

 

• Organizar repertórios de atividades e seqüências que os professores possam consultar.

• Criar condições para a realização das reuniões coletivas de professores.

 

Instituir e viabilizar a prática do estudo na rotina da escola como condição para a melhoria do aprendizado das crianças.

 

• Providenciar material necessário para o estudo dos professores e para o desenvolvimento do trabalho matemático em sala de aula.

 

Organizar condições favoráveis (como organização de horários e diálogo com os pais) para a formação de grupos de apoio pedagógico aos alunos com dificuldades em Matemática.

 

• Compreender as propostas dos trabalhos realizados em sala de aula e os objetivos que os professores pretendem alcançar para apoiá-los em suas decisões didáticas (inclusive, perante os pais ou responsáveis pelos alunos).

 

Conteúdos

Crianças
Professores
Coordenadores
Diretores

• Reconhecimento oral da sucessão ordenada dos números.

 

Participação de situações didáticas que envolvam a numeração escrita em toda a sua complexidade.

 

• Resolução de problemas que envolvam a utilização dos números em diferentes contextos.

 

Identificação de regularidades na série numérica para interpretar, produzir e comparar escritas numéricas com diferentes quantidades de algarismos.

 

• Elaboração e utilização de diferentes estratégias para resolver problemas de adição, subtração, multiplicação e divisão.

 

Análise, interpretação e resolução de problemas que envolvam os diferentes sentidos das operações.

 

• Construção de um repertório de cálculo memorizado.

 

Participação de situações didáticas que envolvam o cálculo mental, exato e aproximado e o uso da calculadora.

 

• Explicitação, comparação e argumentação sobre as estratégias utilizadas.

 

Formulação de conclusões.

• Resignificação do sentido da produção matemática.

 

Orientações didáticas para planejamento, observação, análise e avaliação de aulas de Matemática.

 

• Orientações didáticas para formar grupos e distribuir responsabilidades.

 

Investigações a respeito da apropriação do sistema de numeração pelas crianças.

 

• Consideração dos usos sociais e das funções dos números na abordagem das situações propostas.

 

Reconhecimento das regras do sistema de numeração em relação às de outros sistemas.

 

• Abordagem do sistema de numeração em toda a sua complexidade.

 

Relacão entre sistema de numeração, cálculo mental e operações.

 

• Ampliação dos campos conceituais: os diferentes sentidos das operações e a estrutura dos problemas aditivos e multiplicativos.

 

Utilização de variáveis didáticas e estratégias de resolução, de acordo com os conhecimentos de cada criança – critérios para a formação de grupos (duplas) produtivos.

 

• Resignificação do sentido do trabalho com cálculo mental.

 

Utilização de objetos e instrumentos (como jogos e calculadora) para a abordagem de diferentes conteúdos matemáticos.

 

• Conteúdos matemáticos relacionados ao Ensino Fundamental que acrescentem e aprofundem os conhecimentos dos participantes, considerando a formação inicial do professor.

• Noções de conteúdo, como a concepção do que é ensinar e aprender Matemática e que estudos estão em jogo.

 

Organização do tempo didático.

 

• Suporte aos professores que tiverem dúvidas e inseguranças ao fazer intervenções em sala de aula.

 

Reconhecimento das condições necessárias para a organização de reuniões pedagógicas com diferentes enfoques: planejamento, reflexão sobre a prática, estudo, entre outros.

• Condições institucionais para a realização de reuniões pedagógicas, grupos de apoio e circulação de materiais necessários para a realização das aulas, como calculadoras, jogos, fitas métricas, entre outros.

 

Instalação de um trabalho coletivo autônomo, que se mantenha permanentemente.

 

 

A equipe escolar da Escola Estadual Victor Civita, que faz parte do programa Matemática é D+!, terá contato com os objetivos e conteúdos nos encontros que serão realizados ao longo de 2007. Confira o plano de formação semestral feito para os professores e a coordenadora para o primeiro e para o segundo semestre de 2007.

 

 

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