Acompanhe!

Leia aqui as informações mais quentinhas sobre os encontros do programa de formação Matemática é D+!, que está sendo realizado pela Editora Abril e a Fundação Victor Civita com a equipe da Escola Estadual Victor Civita, em Guarulhos. Confira também os vídeos e os relatórios (planejamentos e reflexões) produzidos, a cada encontro, pela formadora do projeto, Priscila Monteiro, clicando nos links.


21.11.2007

Multiplicação - Primeiros passos

Assista ao vídeo:


Avançando na Multiplicação (2ª série)

 

Relatórios:

 

Aula 1ª série - planejamento - reflexão

Aula 2ª série - planejamento - reflexão

Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

Reunião com professoras - planejamento - reflexão


 

07.11.2007

As crianças somam, multiplicam e até dividem...

Dessa vez, a formadora, Priscila Monteiro, começou a aula da 1ª série relembrando os procedimentos utilizados pelas crianças para a resolução dos exercícios dados nas últimas aulas: o problema do pão de queijo e do pacote de figurinhas. Priscila destacou que: “Existem muitas maneiras de resolver um problema”. E as crianças completaram: “Pode fazer pauzinho, bolinha, palitinho ou outro desenho; pode fazer conta com números; pode contar de 2 em 2.”

Priscila questiona modos de resolução

Em seguida, Priscila propôs um problema do campo multiplicativo, que envolvia uma divisão: “Algumas crianças ganharam de uma oficina mecânica 12 rodinhas de rolimã. Quantos carrinhos elas poderão montar?”.

Para contextualizar o problema, ela perguntou: “Quem conhece carrinho de rolimã? Quantas rodas ele tem?”.

Para a surpresa dela, as crianças se dividiram, respondendo “Três!" e "Quatro!”.

Sentados em duplas, a maioria dos alunos desenhou os carrinhos e as rodinhas para entender o problema.

Alguns resolveram a atividade considerando que o carrinho de rolimã tem três rodinhas; outros, considerando quatro. Logo após, Priscila acrescentou: “Se eu somar as rodinhas com os carrinhos, vai dar certo?”. As crianças não tiveram dúvidas: “NÃO!!!”

No final da aula, Priscila validou ambas possibilidades, propondo que duas crianças registrassem na lousa seus modos de resolução.

 

Pensando sobre o Sjoelbak

 

Sjoelbak, o bilhar holandês, foi novamente o assunto da aula da 2ª série. “Hoje, em vez de jogar, nós vamos pensar sobre o jogo”, disse a formadora, no início da aula. Ao invés de promover mais um campeonato, Priscila trouxe uma situação-problema sobre o Sjoelbak. Na folha da atividade, havia uma imagem do tabuleiro no final da partida para que o aluno calculasse quantos pontos aquele jogador fez.

  • Na casa 2, haviam 8 bolinhas;
  • na casa 3, haviam 6 bolinhas;
  • na casa 4, haviam 9 bolinhas;
  • e na casa 1, haviam 3 bolinhas.
  • O objetivo era que eles aprofundassem seus conhecimentos sobre o jogo e refletissem sobre os procedimentos que poderiam utilizar para calcular os pontos. Algumas crianças ainda precisaram de ajuda para entender as regras do jogo, e esse foi um bom momento para isso. “Vocês contaram as bolinhas, mas não calcularam quantos pontos cada bolinha vale!”, disse Priscila, a uma dupla que pediu auxílio.

    Dupla segue regra do jogo para resolver

    No final da aula, a formadora solicitou que algumas duplas registrassem seus procedimentos de resolução na lousa. Elas utilizaram diversas estratégias:
    - contaram de 2 em 2, na casa do 2; de 3 em 3, na casa do 3; de 4 em 4, na casa do 4; e de 1 em 1, na casa do 1; depois, somaram todos esses resultados;
    - contaram todas as bolinhas de cada casa e multiplicaram pelo número de pontos que valem;
    - contaram todas as bolinhas de cada casa;
    - seguiram a regra do jogo (calcular o dobro da quantidade mínima de bolinhas existentes em todas as casas; contar de 2 em 2, na casa do 2; de 3 em 3, na casa do 3; de 4 em 4, na casa do 4; e de 1 em 1, na casa do 1; depois, somaram todos esses resultados), como mostra a dupla de meninas, na foto.

    Relatórios:

     

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série - planejamento - reflexão

    Não houve reunião com coordenadora e diretora

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


    24.10.2007

    Multiplicando?!

    Assista aos vídeos:

     

    Somar ou Multiplicar? (1ª série)
    Sjoelbak - Bilhar Holandês (2ª série)

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série - planejamento - reflexão

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão

     


     

    10.10.2007

    A tarefa das crianças é multiplicar!

    Wesllen conta nos dedos para responder

    Na aula de hoje, a formadora Priscila propôs o primeiro problemas do campo multiplicativo para a classe da 1ª série: “Míriam quer preparar um lanche para 6 amigas. Pensou em oferecer 2 pães de queijo para cada uma. Quantos pães de queijo Miriam precisará assar?”. Priscila escreveu o problema no quadro e leu para classe. Em seguida, ela, a professora regular da classe, Míriam, e a coordenadora pedagógica, Elisete, circularam pela sala, observando os alunos trabalhando, esclarecendo dúvidas e orientando-os a registrarem seus pensamentos.

    Um aluno desenhou 6 meninas e 2 pães de queijo nas mãos de cada uma. Wesllen (na foto) contou nos dedos para chegar à resposta.

    A formadora selecionou alguns procedimentos para discussão: de Thais, Rafael e Vanessa. Eles foram chamados ao quadro para registrarem como resolveram o problema.

    Thais somou 6 mais 6 que é igual a 12; Rafael desenhou seis grupos de dois pauzinhos; Vanessa percebeu que 6 vezes 2 dá 12 e desenhou 12 bolinhas.

    Depois, Priscila chamou na lousa Angela, Evelyse, Jeanderson e Kauan para explicarem como os colegas resolveram.

     

    É de vezes, mas é de mais, também

    Priscila questiona a resposta do aluno

     

    No 2º ano, Priscila também começou o trabalho com o campo multiplicativo. Ela propôs aos alunos a resolução de um problema de multiplicação que envolvia relações de proporcionalidade direta: “Uma papelaria vende um caderno por R$ 3,00. Se eu quiser comprar 8 cadernos, quanto precisarei pagar?”.

    Assim como no 1º ano, ela redigiu o problema na lousa e leu para classe. Durante a tarefa, ela, a professora regular da classe, a Lílian, e a coordenadora pedagógica, a Elisete, acompanharam os alunos.

    No momento de discussão, Priscila questionou qual número, 8 ou 3, significava a quantidade de cadernos e qual número, 8 ou 3, que representava o preço de cada caderno.

    Kelly, Vitória, Adriele, João e Tiago foram à lousa registrar como resolveram o problema. Kelly somou quatro grupos de 3 mais 3, que resultaram em 24. Vitória somou o número 3 oito vezes, ou seja, 3 mais 3 mais 3 mais 3 mais 3 mais 3 mais 3 mais 3, que totalizou 24. Adrieli somou 6 mais 6, mais 6, mais 6, que deu 24. João armou a conta: 8 vezes 3 igual a 24, mas resolveu contando nos dedos. Tiago somou 3 mais 3, que deu 6; depois adicionou mais 3 ao 6, que resultou em 9; e assim, sucessivamente, até chegar ao 24.

    Priscila propôs que as crianças comparassem seus procedimentos para conferir o que tinham de diferente e o que possuíam de semelhante, podendo assim construir um sentido mais amplo do campo multiplicativo.

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série - planejamento - reflexão

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    26/09/2007

    Formadora avalia as aprendizagens do campo aditivo

    Assista aos vídeos:

    Aprendizagens do Campo Aditivo - 1ª série

    Aprendizagens do Campo Aditivo - 2ª série

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série - planejamento - reflexão

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Não houve reunião com professoras.


     

    12/09/2007

    Crianças resolvem problemas de adição e subtração

    Carlos conta o total de tampinhas. Tem 25!

    O conteúdo da aula da 1ª série foi a resolução de um problema de transformação com incógnita no estado inicial e a difusão de diferentes procedimentos de resolução. As crianças foram organizadas em meio-círculo para que pudessem acompanhar a atividade, mas cada uma deveria resolver individualmente.

    A formadora Priscila trouxe uma lata e várias tampinhas. Na lata, já haviam algumas. Ela colocou mais 12. As crianças ajudaram na contagem. Priscila chamou Carlos (na foto) para contar o total. Deu 25. Os alunos precisavam descobrir quantas tampinhas havia no começo e registrar o modo de resolução na folha da atividade.

     

     

    Crianças registram seus resoluções

    Para ilustrar alguns procedimentos utilizados pelas crianças, Priscila chamou na lousa quatro alunos para explicar à turma como chegaram ao resultado:
    - Evelyse (sob a classe) desenhou 25 pirulitos, pintou 12 e contou o restante;

    - Pablo (de amarelo) desenhou pauzinhos do 13 ao 25 e depois contou, deu 13;
    - Simeone (de vermelho) fez várias tentativas para descobrir o complemento: 12 + 10 = 22, 12 + 11 = 23, 12 + 12 = 24; 2 +13 = 25; e concluiu que o resultado correto era 13;

    - Jeanderson (de branco) somou 12 + 25, que totalizou 37.

    Depois, Priscila propôs a mesma atividade utilizando números mais altos e Míriam seguiu com o exercício em sala de aula.

     

    Alunos explicam resultado de problema

    Aluno explica seu procedimento à turma

    Na aula da 2ª série, a tarefa foi a análise de diferentes procedimentos para resolver um mesmo problema. Priscila entregou uma folha com um exercício da aula passada resolvido, de maneiras diferentes, por dois alunos. O desafio para as crianças era explicar como o colega havia resolvido. Priscila orientou as crianças que conversassem entre si, comparassem as resoluções, analisassem as semelhanças e diferenças, procurassem estabelecer relações e registrassem as observações. Lílian, a professora regular da turma, Elisete, a coordenadora pedagógica, e Priscila auxiliaram os alunos, que não encontraram muita dificuldade nessa atividade, feita em duplas. Depois, Priscila chamou Johnny e Jonas na lousa para explicarem aos colegas os procedimentos utilizados em cada exercício.

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série - planejamento - reflexão
    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    29/08/2007

    Formadora propõe mais problemas do campo aditivo

    Assista aos vídeos:

    Problemas do Campo Aditivo - 1ª série

    Problemas do Campo Aditivo - 2ª série

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série - planejamento - reflexão

    Não houve reunião com coordenadora e diretora.

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    15/08/2007

    Começa o ensino e a aprendizagem do campo aditivo

    Quantos números existem do 18 ao 27?

    Para a primeira aula do segundo semestre do Projeto Matemática é D+! para a 1ª série, a formadora Priscila Monteiro preparou uma atividade que pudesse ampliar o campo de problemas de adição e subtração que as crianças estão habituadas a resolver. O exercício era: “Carla tem 27 figurinhas e Rafaela tem 18. Quantas figurinhas Carla tem a mais que Rafaela?”. Esse tipo de problema consiste em estabelecer uma relação quantitativa entre duas medidas.

    Priscila costuma utilizar o nome dos estudantes da turma nos exercícios que propõe, o que ajuda as crianças a se envolverem na atividade. Nesse caso, não foi diferente, Carla e Rafaela são alunas dessa turma.

    A formadora escreveu o enunciado na lousa e entregou uma folha para que os alunos anotassem o que considerassem necessário para a resolução.

    Para auxiliá-los, Priscila perguntou: “Quem tem mais figurinhas? A Carla ou a Rafaela?". As crianças responderam, sem hesitar: "A Carla!". E Priscila finalizou: "Agora, vocês terão que responder quantas figurinhas ela tem a mais que a Rafaela”.

    Para ajudar as crianças, a formadora utilizou números mais baixos: “Quantos anos você tem? E a sua irmã? Quantos anos você tem a mais que sua irmã? Quantos anos você é mais velha que ela?”. Inclusive, autorizou os alunos a desenharem as quantidades de figurinhas e entregou a tabela numérica. Enquanto uns desenhavam, outros contavam nos dedos e alguns escreviam os números. Várias hipóteses surgiram: algumas crianças somaram 27 mais 18; outros contaram nos dedos do 18 até o 27; etc.

    A diretora, Giselle, a coordenadora pedagógica, Elisete, e a professora regular dessa turma, Míriam, assistiram à aula de Priscila e também acompanharam os alunos.

    Priscila chamou Jeanderson e Evelyse (na foto) na lousa para explicarem como resolveram o problema. Ele representou em forma de desenho a quantidade de figurinhas da Carla e da Rafaela, comparou-as e estabeleceu até onde os conjuntos são equivalentes e qual a diferença entre eles. Ela contou na tabela numérica, do “19” ao 27, e ambos encontraram o resultado correto.

     

    Crianças descobrem “o valor escondido”

    Aluna explica ao colega como resolveu

    A atividade proposta por Priscila para a segunda série foi um problema de adição. O objetivo era ampliar os conhecimentos referentes às idéias de combinar dois conjuntos (mudança no lugar da incógnita). O problema era: “este é o placar de um jogo de basquete em que participaram Vitória, Letícia e Gabrielly. Complete a tabela”. A tabela demonstrava o placar obtido pelas jogadoras na 1ª, na 2ª rodada e o total, mas apresentava lacunas em branco. Então, para descobrir o “número escondido” - como disse o aluno João Paulo -, e preencher a tabela, o aluno devia calcular:

    - o total de pontos feitos por Vitória. Ela fez 34 pontos na primeira rodada e 78 na segunda;

    - quantos pontos Letícia conseguiu na segunda jogada. Ela atingiu 29 pontos na primeira rodada e, no total, conseguiu 60 pontos;

    - e quantos pontos Gabrielly fez na primeira rodada. Ela fez 48 pontos na segunda rodada e atingiu 98 pontos, no final.

    Priscila alertou que existiam diversas maneiras de chegar ao resultado: “contar no dedo, calcular de cabeça, escrever números e desenhar”. Como a atividade era individual, as crianças foram orientadas a esclarecer suas dúvidas com Elisete, a coordenadora pedagógica, Lílian, a professora regular da turma, ou com Priscila, a formadora. As crianças demonstraram maior dificuldade em chegar ao resultado do segundo problema.

     

    Explicar a resolução é importante

     

    A segunda etapa da aula foi a discussão em duplas, ou seja, um colega devia explicar ao outro o procedimento utilizado e compreender a maneira como o outro resolveu. Priscila coordenou a troca de lugares das crianças para que houvesse essa comunicação. A dupla Lidiane e Hugo contou para Priscila que raciocínio fizeram para alcançar os resultados (veja foto acima).

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série - planejamento - reflexão

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    20/06/2007

    Mágica! Alunos adivinham e transformam os números

    Assista aos vídeos:

    Detetive de Números - 1ª série

    Transformando os Números - 2ª série

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série - planejamento - reflexão

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    05/06/2007

    Formação dedica-se à equipe escolar

    Relatórios:

    Não houve aulas.

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    23/05/2007

    Crianças analisam o quadro numérico e decompõem os números

    Assista aos vídeos:

    Analisando o quadro numérico - 1ª série

    Decomposição Numérica - 2ª série

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série - planejamento - reflexão

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    09/05/2007

    O sistema de numeração decimal e o valor posicional

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série- planejamento - reflexão

    Não houve reunião com coordenadora e diretora nesse dia.

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    25/04/2007

    A escrita dos números e a descoberta da base 10

    Ok, as crianças da 1ª série estão cada vez mais espertas quando se fala em contagem. Já aprenderam a partir de uma quantia de tampinhas da sua coleção para somar com o tanto de tampinhas novas (sem ter que contar tuuudo de novo para saber quantas têm no total). Mas um dos sinais mais curiosos desta fase do aprendizado é a das hipóteses que os pequenos desenvolvem para colocar os números no papel.

    "Nesta faixa-etária, é muito comum os alunos confundirem 84 com 804 na escrita", diz a formadora Priscila Monteiro. "Eles fazem uma relação direta com a fala". Por isso, a professora passou hoje uma atividade onde eles deveriam identificar - em um grupo de diferentes números - aqueles que estavam escritos por extenso. Foi um desafio, mas a garotada colocou em prática todas as hipóteses possíveis. "É assim que as crianças começam a pensar se estão certas", diz Priscila.

    Na 2ª série, quanto mais rápidos se mostram os alunos, mais atividades novas a professora passa. Todo mundo já somou e subtraiu na calculadora e depois conferiu com os colegas como chegou aos resultados. Nesta hora, muitos já optaram pela contagem nos dedos para comprovar os cálculos. Por isso, Priscila passou hoje uma atividade onde as crianças sempre deveriam somar o número 10 para transformar os valores fornecidos. "É para incentivá-las a somar de dez em dez, e não mais, de um em um", diz a formadora.

     

    Assista aos vídeos:

    Escrevendo os números (1ª série)

    Contando de dez em dez (2ª série)

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série- planejamento - reflexão

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    11/04/2007

    Quando a Matemática vira texto

    As aulas de Matemática com a professora Priscila são sempre um bom motivo para conversa na sala de aula. Mas não é qualquer conversa. É que Priscila gosta de incentivar os alunos a trocar idéias sobre as hipóteses que tiveram para resolver uma situação-problema.

    Por isso, desta vez, a principal tarefa da turma da 1ª série foi comparar a escrita do número de tampinhas que os grupos de alunos fizeram de suas coleções e justificar de quem era o maior número. Na 2ª série, a garotada empenhou-se em explicar oralmente e por escrito como chegou ao resultado dos cálculos que a professora propôs com a calculadora.

     

    Chega de pressa!

    Sobrecontagem é uma estratégia possível

    A garotada da 1a série está bem mais esperta na hora de acrescentar tampinhas novas à coleção. "Desta vez, todos os alunos fizeram a sobrecontagem das peças para saber quantas tinham", observa a Priscila. Claro, agora os grupos já estão ultrapassando a marca das 100 tampinhas, fica cansativo contar tuuuudo de novo para checar o tamanho da coleção. Então, elas lêem o último valor total que anotaram e somam à quantidade de novas peças.

    Mais do que isso, os pequenos sentaram em dupla, receberam folhas de papel para anotar o total da coleção de seu grupo e do grupo do colega e discutiram entre si que número registrado era maior e o porquê. Nessa fase das aulas de coleção, a criançada até consegue discernir o maior número do menor, mas ainda se enrola para justificar. "Temos um aluno que consegue elaborar esse tipo de explicação", diz Priscila. Uma das estratégias das crianças é contar em voz alta para dizer "quem vem depois" (ou seja, que número é o maior).

     

    Saindo fumacinha

    Os alunos desenvolvem boas hipóteses

    A professora Priscila está botando a cabeça da garotada da 2ª série para funcionar, mas a turma não se intimida. Pelo contrário, participa ativamente das aulas. Hoje, também em duplas, os alunos tiveram que escolher, em uma folha de papel, um algarismo que preenchesse um número com três algarismos. Mas, de duas opções de formação desse número, eles tiveram que escolher a que fosse maior. Por exemplo, a combinação do número 45 com o 9 (colocado antes ou depois do 45) poderia virar 945 ou 459. Qual é o maior?

    Os alunos ainda estão afinando a resposta, mas mesmo que estivessem errados, desenvolveram hipóteses interessantes que foram expostas por eles mesmos ao resto da turma. Uma aluna pensou o seguinte: quando ela combinou 29 com 2, o 292 era maior que o 229. Quando combinou 45 com 4, o 454 era maior que o 445. Ou seja, para ela, colocar dois algarismos iguais seguidos significava formar um número menor. "Esta hipótese é muito curiosa", diz Priscila. "Ela pode testá-la e provar o que diz com alguns números para então perceber o que há de errado e isso é fazer Matemática", conclui a professora.

    Momentos como esse devem ser continuamente proporcionados para que as crianças reflitam durante as atividades para chegar a uma resposta. As aulas continuam!

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série- planejamento - reflexão

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    28/03/2007

    Crianças contam a coleção e aprendem a explicar

    Assista aos vídeos:

    Contando a coleção - 1ª série

    Aprendendo a explicar - 2ª série

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série- planejamento - reflexão

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    14/03/2007

    As crianças da 1ª e da 2ª série recebem novos desafios

    A coleção da 1ª série continua...

    Uma, duas, três, quatro, cinco tampinhas...

    No primeiro encontro com a turma da 1ª série, a formadora Priscila mostrou às crianças uma coleção de tampinhas coloridas de garrafas pet e convidou-as a juntar mais peças durante o semestre. No fim de semana seguinte, os alunos já se encarregaram de recolher outras tampas em casa e com os vizinhos. Hoje, Priscila fez a garotada conferir a quantidade de suas coleções e somá-la com as peças novas. Surpresas interessantes surgem de uma atividade como essa - e o professor precisa estar preparado para lidar com elas.

     

    Confusão de números

    As crianças foram divididas em grupos para cada um cuidar de uma coleção de tampinhas. Quando Priscila conferiu - na tabela de registros que estava no quadro - o número de peças de cada equipe, os alunos chamaram o número "treze" de "vinte e três". "Mas como podemos saber que número é esse?", perguntou Priscila aos alunos. E uma menina respondeu: "Contando!". Então, apoiados na seqüência de uma tabela numérica que Priscila apontava no quadro, os alunos foram contando do 1 ao 23... e perceberam que o número começava com o "dois", e não com o "um" - que era o caso do 13.

     

    Apressadinhos

    Quando cada grupo de alunos recebeu um pacote com sua respectiva coleção de tampinhas, começou a confusão... os mais apressadinhos já colocaram as tampinhas novas no pacote sem conferir quanto tinham primeiro. Outros contavam e recontavam o mesmo bolo de peças, mas chegavam sempre a diferentes resultados. Foi quando Priscila entrou em ação: organizou os alunos para trabalhar em equipe. "Façam como sua colega, que coloca as tampinhas contadas em uma carteira e mantém as que não foram contadas em outra. Assim não há perigo de contar duas vezes". É sempre com a experiência e a descoberta de outra crianças que Priscila ilustrava maneiras diferentes de resolver uma situação matemática.

     

    Hipóteses inesperadas

    Os pequenos da 1ª série ainda confundem algarismos. Uma das alunas, por exemplo, registrou o quinze no papel da sua equipe, mas leu dezenove. Priscila perguntou à turma o que poderia ter acontecido para a colega marcar os números 1 e 5 para formar dezenove, e não 1 e 9. Foi quando um coleguinha disse: "As outras tampinhas devem ter caído no chão...". Desse jeito, as aulas ficam até divertidas, mas é preciso contar e recontar com as crianças para elas compreenderem a seqüência numérica.

     

    Na 2ª série, a garotada está afinada com a calculadora

    A calculadora começa a ser utilizada

    Mal a turma da 2ª série conheceu a calculadora, na primeira aula com a formadora Priscila, e já está ficando craque na hora de resolver os desafios da subtração na maquininha. Para recapitular o que os alunos aprenderam no encontro de fevereiro, Priscila começou propondo subtrações com números de dois dígitos onde o zero deveria aparecer na casa da unidade e da dezena. Como os pequenos estavam em sintonia, a formadora propôs desafios com números de três e quatro dígitos também.

    A regra número um de Priscila para estimular a garotada é sempre valorizar a estratégia de uma criança contando o que ela fez para os colegas. Assim os alunos percebem o quanto a sua maneira de resolver uma situação pode ser útil para outras pessoas e passam a ter voz durante as aulas de Matemática.

     

    Confira, uma explicação em áudio da formadora Priscila sobre as aulas de coleção e com calculadora do dia 14 de março.

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série- planejamento - reflexão

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    28/02/2007

    Primeira aula com as crianças

    Hoje foi o primeiro dia de aula da formadora Priscila Monteiro com os alunos da Escola Estadual de E. F. Victor Civita. Ela preparou uma atividade especial para uma turma de1ª série e de 2ª série e, na companhia das professoras titulares, da coordenadora pedagógica e da diretora, interagiu com a criançada, lançou desafios, acompanhou as estratégias dos pequenos, perguntou como cada um tirou suas próprias conclusões e fez os alunos explicarem aos colegas o caminho que encontraram para resolver as situações-problema.

     

    No programa de formação Matemática é D+!, Priscila sempre faz reuniões com os professores e a coordenadora Elizete Luttzolff depois das aulas com as classes. Para a formadora, um dos principais desafios dessa etapa é sensibilizar a coordenadora para um novo olhar sobre o diagnóstico dos alunos. "Eu me baseio nas respostas dos alunos para saber o que eles conhecem, mas nunca interfiro no que eles dizem", conta Elizete.

     

    Acompanhe o planejamento das reuniões realizadas hoje com a coordenadora e com os professores. Confira também o projeto que deve ser desenvolvido com a 1ª série no primeiro semestre de 2007 e a seqüência didática, com a 2ª série, no mesmo período, além das reflexões da formadora Priscila Monteiro sobre as aulas com os alunos e as reuniões com a equipe escolar.

     

    Assista aos vídeos:

    Coleção (1ª série)

    Calculadora (2ª série)

     

    Relatórios:

    Aula 1ª série - planejamento - reflexão

    Aula 2ª série- planejamento - reflexão

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão


     

    21/02/2007

    Professores com pique!

    Em pleno feriado de Quarta-Feira de Cinzas, inicia-se o programa de formação Matemática é D+! com a equipe da Escola de E. F. Victor Civita, em Guarulhos. Os professores, a diretora e a coordenadora estão com pique total para descobrir um novo olhar sobre o ensino e a aprendizagem de uma disciplina que sofre tantos preconceitos na escola.

     

    Depois de definir as datas e os horários da formação com toda a equipe, a formadora Priscila Monteiro apresenta a pauta com objetivos e conteúdos que pretende trabalhar com os professores, a coordenadora e as crianças de 1ª e 2ª série.

     

    Dentre tantas novidades, Priscila também fala sobre futuros exercícios com o uso da calculadora na sala de aula e surge um certo desconforto entre alguns dos professores. Usar calculadora? Como assim? Claro! Ao contrário do que parece, é possível lançar muitos desafios com essa ferramenta para as crianças. Acompanhe os próximos encontros e descubra como!

     

    Relatórios:

    Reunião com coordenadora e diretora - planejamento - reflexão

    Reunião com professoras - planejamento - reflexão

     

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